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Filosofias Post Convidade

O único adversário

Este texto é do meu colega, Yalli Rauber Von Gilsa

Algumas atrizes se acomodam quando não estão escaladas para nenhuma novela. Atletas no banco de reserva tendem a despreocupar-se em relação ao seu preparo físico e mental e, ao ganhar uma oportunidade, não estão preparados.

O campeão é aquele que mantém o gás mesmo quando os resultados não são os esperados. Eles criam objetivos e não deixam que derrotas provisórias abalem a sua fé na vitória.

É na fase de desemprego que o verdadeiro campeão prepara a sua guinada definitiva. Em momentos de crise pessoal, o autêntico profissional analisa as novas oportunidades, revoluciona sua carreira e mergulha de cabeça numa nova decisão.

Ninguém entra em crise por vontade própria: o governo desvaloriza o real, a empresa decide fechar a fábrica na qual você trabalha, a sua mulher (ou marido) decide abandonar o casamento… Crises fazem parte da vida. É a sua atitude diante dos problemas que determinará a saída. Os perdedores se sentem vítimas do destino e transformam sua dor em ressentimento. Os vencedores aproveitam os problemas para mudar a vida para melhor.

No último campeonato de Roland Garros, ao ganhar por 3 sets a 2, André Agassi, que estava perdendo por 2 a 0, fez o seguinte comentário: “O maior trabalho que tive durante a partida foi me tirar da minha distração. Os dois primeiros sets eu perdi para mim, para a minha insegurança. Quando voltei a me concentrar no jogo, as coisas deram certo”.

O único adversário que vale a pena enfrentar está dentro da gente.

Por Edson José Cortiano

Who am I?
I don’t really know, but there are some things I can tell you about myself: my name, for instance. I’m Edson José Cortiano. I am 65 years of biological age (though I’m much younger/older spiritually) I live in the capital city Curitiba, in the state of Paraná, in the south of Brazil.

I am the proud father of a beautiful, wonderful, very bright woman called Lícia Brassac Cortiano (whom I call Lika), who’s a psychologist. When she was a teen, Lika would read Harry Potter to me, in English, making different voices for the different characters (I especially loved her Dumbledore). It was the best Harry Potter ever!

Professionally, I’m a teacher, translator, author and some people (very good friends of mine ;-) consider me an artist. I draw cartoons and comic strips, photograph, paint, illustrate books and write. I’m interested in improving myself and others physically, intellectually and spiritually. I’m into meditation, lucid dreaming, IF and moving (walking, mainly, but also wearing leg weights, bar and hand barbells).

I love nature, animals and plants, waterfalls, moonlit / starry nights, clouds, trees, grass, dogs, birds, cats – all cats, but especially my cats, Alien, Dorah and Ruby (they are my daughter’s, really) – horses ... even people ;-)

I don’t love stupidity, injustice, waste, pollution, materialism, prejudice, carnival, reality shows, people who do not clean up after their dogs, crowded places, especially supermarkets and buses and the VW van that sells donuts on my street, blaring ‘whipped cream filled donuts’, ‘crème filled donuts’ ... out of the very loud loudspeakers.

I love reading horror, poetry and comics. I write short stories, articles, plots for my comic strips (Espherozoa, The Philosopher, Chico Mate) and poems.

I love playing chess, cards and games such as the ones at Lumosity. On TV (actually, I don’t own a TV set), I only watch series and documentaries, especially on Netflix. Some of my preferences: Chasing Coral (I cried), Moving Art, Loving Vincent, The Handmaid’s Tale, Young Sheldon, Community, Modern Family, Frasier, etc.
I also love listening to podcasts. Some of my favorites are 10% Happier with Dan Harris, Lucid or Bust, Sleep Whispers, The Science of Happiness, The Intermittent Fasting Podcast, The Slowdown, Grammar Girl, and Word of the Day.

My goals in life are to be a first-class oneironaut, get 1,000 readers for my Facebook group I (heart) English, be a good companion, father, brother, son, friend, neighbor, citizen, human being, animal.

I admire smart, cultured people who are not hung up about to sex, religion, politics, who are open-minded and who appreciate good books, series, podcasts, comics, movies, songs, games, a healthy and delicious meal. You see, I’m an IF’er – one meal a day –, so you’ve got to really appreciate your food and make it count!
I also love chatting, especially live. (or, in these "beaky" times, on the phone or on Skype/Zoom/Google Hangouts...).

What I want from life?
I’ll let Clarice Lispector answer for me. “Freedom isn’t enough,” she writes. “What I want doesn’t have a name yet.”

2 respostas em “O único adversário”

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