Memes

I have been drawing these memes lately.
I hope you like them.
Tenho desenhado estes memes ultimamente.
Espero que goste.

 

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The Heart of the Buddha’s Teaching

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In this beautiful book, Thich Nhat Hanh brings his gift of clear and poetic expression to an explanation of the Four Noble Truths, the Noble Eightfold Path, and other basic Buddhist teachings. Here’s an extract:

The Second Miracle of Mindfulness is to make the other — the sky, the flower, our child — present, also. In the Vietnamese epic poem Tale of Kieu, Kieu returns to the apartment of her beloved, Kim Trong, and finds him fast asleep at his desk, his head resting on a pile of books. Kim Trong hears Kieu’s footsteps, but, not quite awake, he asks, “Are you really there, or am I dreaming?” Kieu replies, “Now we have the opportunity to see each other clearly. But if we do not live deeply this moment, it will be only a dream.” You and your loved one are here together. You have the chance to see each other deeply. But if you are not fully present, everything will be like a dream.

The Third Miracle of Mindfulness is to nourish the object of your attention. When was the last time you looked into the eyes of your beloved and asked, “Who are you, my darling?” Don’t be satisfied by a superficial answer. Ask again: “Who are you who has taken my suffering as your suffering, my happiness as your happiness, my life and death as your life and death? My love, why aren’t you a dewdrop, a butterfly, a bird?” Ask with your whole being. If you do not give right attention to the one you love, it is a kind of killing. When you are in the car together, if you are lost in your thoughts, assuming you already know everything about her, she will slowly die. But with mindfulness, your attention will water the wilting flower. “I know you are here, beside me, and it makes me very happy.” With attention, you will be able to discover many new and wonderful things — her joys, her hidden talents, her deepest aspirations. If you do not practice appropriate attention, how can you say you love her?

The Fourth Miracle of Mindfulness is to relieve the other’s suffering. “I know you are suffering. That is why I am here for you.” You can say this with words or just by the way you look at her. If you are not truly present, if you are thinking about other things, the miracle of relieving suffering cannot be realized. In difficult moments, if you have a friend who can be truly present with you, you know you are blessed. To love means to nourish the other with appropriate attention. When you practice Right Mindfulness, you make yourself and the other person present at the same time. “Darling, I know you are there. Your presence is precious to me.” If you do not express this while you are together, when she passes away or has an accident, you will only cry, because before the accident happened, you did not know how to be truly happy together.

So beautiful it brings tears to my eyes!

Read the book!

 

O Segundo Milagre da Atenção Plena é fazer o outro ‒ o céu, a flor, nosso filho ‒ presente também. No poema épico vietnamita Conto de Kieu, Kieu retorna ao apartamento de seu amado, Kim Trong, e o encontra dormindo em sua mesa, com a cabeça apoiada em uma pilha de livros. Kim Trong ouve os passos de Kieu, mas, não estando completamente acordado, ele pergunta: “Você está mesmo aí, ou estou sonhando?” Kieu responde: “Agora temos a oportunidade de nos ver claramente. Mas se não vivermos profundamente este momento, será apenas um sonho”. Você e sua amada estão aqui juntos. Você tem a oportunidade de ver um ao outro com profundidade. Mas se você não estiver totalmente presente, tudo será como um sonho.

 

O terceiro milagre da atenção plena é nutrir o objeto de sua vigilância. Quando foi a última vez que você olhou nos olhos de sua amada e perguntou: “Quem é você, meu amor?” Não fique satisfeito com uma resposta superficial. Pergunte novamente: “Quem é você que tomou para si meu sofrimento, fez sua a minha felicidade, tomou para si minha vida e minha morte? Meu amor, por que você não é uma gota de orvalho, uma borboleta, um pássaro?” Pergunte com todo o seu ser. Se você não dá a devida atenção àquele que ama, é como se a assassinasse. Quando estão no carro juntos, se você está perdido em seus pensamentos, supondo que já sabe tudo sobre ela, ela vai morrer lentamente. Mas, com atenção plena, sua concentração vai regar a flor emurchecida. “Sei que você está aqui, ao meu lado, e isso me faz muito feliz.” Com atenção, você será capaz de descobrir muitas coisas novas e maravilhosas ‒ a alegrias dela, seus talentos ocultos, suas aspirações mais profundas. Se você não pratica a atenção plena, como pode dizer que a ama?

 

O Quarto Milagre da Atenção Plena é aliviar o sofrimento do outro. “Eu sei que você está sofrendo. É por isso que estou aqui: por você.” Você pode dizer isso com palavras ou apenas pelo olhar. Se você não está verdadeiramente presente, se está pensando em outras coisas, o milagre de aliviar o sofrimento não pode ser realizado. Em momentos difíceis, se tens um amigo que pode estar verdadeiramente presente contigo, você é um abençoado. Amar significa nutrir o outro com a devida atenção. Quando praticas a Atenção Plena Certa, você faz a si mesmo e a outra pessoa presente ao mesmo tempo. “Querida, eu sei que você está aí. Sua presença é preciosa para mim.” Se não expressares isso enquanto estiver junto, quando ela morrer ou tiver um acidente, você apenas chorará, porque antes que o acidente acontecesse, você não sabia como ser verdadeiramente feliz juntos.

Tão lindo que traz lágrimas aos meus olhos!

Leia o livro!

Exile

 

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I arrive in Florianópolis on a Wednesday – mid-week, mid-life, half-stressed.

I seek seas, hills, women and better living conditions…

and I find them,

and I find them,

and I find them,

and I find them.

They have 42 beaches here.

Forty-two beaches?!

One for each year of my life.

Why so many?

Why so many?

I’ll find out.

Even if it takes me the rest of my life.

I hop in a taxi and ask the driver to take me to the lagoon.

I want to eat grilled fish with capers.

The taxi driver says he knows the owner of a restaurant in Ponta de Baixo, good and cheap, irresistible.

The stress is being blown away by the breeze (perhaps to join the big stress there in Curitiba). A beer, a fish, the waves, the nymphs, the clouds …

I’m starting to contemplate moving here.

Live on the beach, work in the city.

I go back to my hotel and a wave of laziness hits me.

I look at the bay from my window: torpor, languor, lethargy…lying on a hotel bed where hundreds of people have slept, had sex, rested.

I want a woman … but, instead, Morpheus comes.

He wraps me in arms made of night, and he looks at me with his starry eyes …

and sleep comes …

and the dream comes.

I am in a boat, in the middle of a placid lagoon, a blue expanse fringed by a border of buildings, bridges, hills.

Is it Florianópolis?

I have a book in my hands, but I cannot read anything, not even the cover.

I hear a shrill noise that pulls at me.

It sounds like an alarm clock.

What the hell!

Who places an alarm clock in a boat?

I’m looking for it.

I cannot find it.

Placidity turns into anguish.

Awoken!

Wake-up call.

The reception had already called the taxi that will take me to the bus that will take me back to Curitiba, back to reality.

Desterro

Chego a Floripa numa quarta-feira – meio da semana, meio da vida, meio estressado. Procuro mares, morros, mulheres e melhores condições de vida, e as encontro, e os encontro.

Eles têm 42 praias aqui.

Quarenta e duas praias?!

Uma para cada ano da minha vida.

Pra que tantas?

Pra que tantos?

Vou descobrir. Nem que leve o resto de minha vida.

Pulo num táxi e peço ao motorista que me leve à lagoa. Quero comer peixe grelhado com alcaparras. O taxista diz que conhece o dono de um restaurante em Ponta de Baixo, bom e barato, irresistível.

O estresse vai sendo soprado pra longe pela brisa (talvez para juntar-se ao estressão lá em Curitiba).

Uma cerveja, um peixe, as ondas, as ninfas, as nuvens…

Começo a pensar em mudar para cá. Morar na praia, trabalhar na cidade.

Volto ao hotel e a preguiça bate.

Fico olhando a baía da minha janela: um torpor, um langor, uma letargia…

deito na cama de hotel onde já dormiram, transaram, descansaram centenas de pessoas. Queria uma mulher… mas quem vem é Morfeu.

Enlaça-se em braços feitos de noite, e me olha com seus olhos de estrelas…

e o sono vem…

e vem o sonho.

Estou num barco, no meio de uma lagoa plácida, uma amplidão azul franjada por uma borda de edifícios, pontes, morros. Será Florianópolis? Tenho um livro nas mãos, mas não consigo ler nada, nem a capa. Ouço um ruído estridente que me puxa. Parece um despertador.

Que droga!

Quem coloca um despertador num barco?

Procuro-o. Não encontro. A placidez transforma-se em angústia. Desperto.

Telefone-despertador.

A recepção já chamara o táxi que me levará ao ônibus que me levará de volta a Curitiba, de volta à realidade.

(Illustration by Key Imaguire Júnior)

A Bear Hug to Arctophiles from an Ailurophile

This is a post for arctophiles from an ailurophile.

Welcome to my blog.

A bear hug for you.

A bear thank you for coming here.

This is my place for writing, drawing and publishing photos, articles and cartoons.

Come any time.

Mi casa es su casa.

Um abraço de urso para os arctófilos de um elurófilo

Este é um post para arctófilos de um elurófilo.

Bem-vindos ao meu blog.

Um abraço de urso para vocês.

Um obrigado de urso obrigado por virem aqui.

Este é meu lugar de escrever, desenhar e publicar fotos, artigos e quadrinhos

. Espero que você goste. Volte sempre. A casa é sua.