Exile

 

Untitled-1

I arrive in Florianópolis on a Wednesday – mid-week, mid-life, half-stressed.

I seek seas, hills, women and better living conditions…

and I find them,

and I find them,

and I find them,

and I find them.

They have 42 beaches here.

Forty-two beaches?!

One for each year of my life.

Why so many?

Why so many?

I’ll find out.

Even if it takes me the rest of my life.

I hop in a taxi and ask the driver to take me to the lagoon.

I want to eat grilled fish with capers.

The taxi driver says he knows the owner of a restaurant in Ponta de Baixo, good and cheap, irresistible.

The stress is being blown away by the breeze (perhaps to join the big stress there in Curitiba). A beer, a fish, the waves, the nymphs, the clouds …

I’m starting to contemplate moving here.

Live on the beach, work in the city.

I go back to my hotel and a wave of laziness hits me.

I look at the bay from my window: torpor, languor, lethargy…lying on a hotel bed where hundreds of people have slept, had sex, rested.

I want a woman … but, instead, Morpheus comes.

He wraps me in arms made of night, and he looks at me with his starry eyes …

and sleep comes …

and the dream comes.

I am in a boat, in the middle of a placid lagoon, a blue expanse fringed by a border of buildings, bridges, hills.

Is it Florianópolis?

I have a book in my hands, but I cannot read anything, not even the cover.

I hear a shrill noise that pulls at me.

It sounds like an alarm clock.

What the hell!

Who places an alarm clock in a boat?

I’m looking for it.

I cannot find it.

Placidity turns into anguish.

Awoken!

Wake-up call.

The reception had already called the taxi that will take me to the bus that will take me back to Curitiba, back to reality.

Desterro

Chego a Floripa numa quarta-feira – meio da semana, meio da vida, meio estressado. Procuro mares, morros, mulheres e melhores condições de vida, e as encontro, e os encontro.

Eles têm 42 praias aqui.

Quarenta e duas praias?!

Uma para cada ano da minha vida.

Pra que tantas?

Pra que tantos?

Vou descobrir. Nem que leve o resto de minha vida.

Pulo num táxi e peço ao motorista que me leve à lagoa. Quero comer peixe grelhado com alcaparras. O taxista diz que conhece o dono de um restaurante em Ponta de Baixo, bom e barato, irresistível.

O estresse vai sendo soprado pra longe pela brisa (talvez para juntar-se ao estressão lá em Curitiba).

Uma cerveja, um peixe, as ondas, as ninfas, as nuvens…

Começo a pensar em mudar para cá. Morar na praia, trabalhar na cidade.

Volto ao hotel e a preguiça bate.

Fico olhando a baía da minha janela: um torpor, um langor, uma letargia…

deito na cama de hotel onde já dormiram, transaram, descansaram centenas de pessoas. Queria uma mulher… mas quem vem é Morfeu.

Enlaça-se em braços feitos de noite, e me olha com seus olhos de estrelas…

e o sono vem…

e vem o sonho.

Estou num barco, no meio de uma lagoa plácida, uma amplidão azul franjada por uma borda de edifícios, pontes, morros. Será Florianópolis? Tenho um livro nas mãos, mas não consigo ler nada, nem a capa. Ouço um ruído estridente que me puxa. Parece um despertador.

Que droga!

Quem coloca um despertador num barco?

Procuro-o. Não encontro. A placidez transforma-se em angústia. Desperto.

Telefone-despertador.

A recepção já chamara o táxi que me levará ao ônibus que me levará de volta a Curitiba, de volta à realidade.

(Illustration by Key Imaguire Júnior)

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Espherozoa 23/100

My Espherozoa are not just little cute sadomasochistic balls. Sometimes, they are BIIIIIG sadomasochistic BALLS.

Meus Esferozoas não são apenas simpáticas bolinhas sadomasoquistas. Às vezes, são GRAAANDES BOLAS sadomasoquistas.

Espherozoa 23 of 100 - 1018

A Bear Hug to Arctophiles from an Ailurophile

This is a post for arctophiles from an ailurophile.

Welcome to my blog.

A bear hug for you.

A bear thank you for coming here.

This is my place for writing, drawing and publishing photos, articles and cartoons.

Come any time.

Mi casa es su casa.

Um abraço de urso para os arctófilos de um elurófilo

Este é um post para arctófilos de um elurófilo.

Bem-vindos ao meu blog.

Um abraço de urso para vocês.

Um obrigado de urso obrigado por virem aqui.

Este é meu lugar de escrever, desenhar e publicar fotos, artigos e quadrinhos

. Espero que você goste. Volte sempre. A casa é sua.

Word!

Se pudesses voltar 10, 20 anos ao passado, o que farias diferente?

Eu teria investido mais em ferramentas e na minha formação.

Quando se aprende tudo sozinho, gasta-se muito tempo. Por exemplo, comecei a usar o Word há muitos anos (mais de 30) e só recentemente aprendi alguns recursos de edição e revisão que ele tem, ao começar a revisar traduções e livros.

Se tivesse feito um curso de Word quando comecei, teria economizado horas buscando funcionalidades, fazendo manualmente o que o Word faz automaticamente, etc.

Creio que apenas um exemplo basta: já recebeu um texto todo em maiúsculas e teve que redigitar tudo? Eu já. Muitas vezes, até que um abnegado colega catarina me disse: “Cortiano, tás tolo? Aperte shift F3.”
Gente! Olha só: ESTE TEXTO ESTÁ EM MAIÚSCULAS, seleciona o texto + shift F3 = este texto está em maiúsculas; e se der outro shift F3 = Este Texto Está Em Maiúsculas.

Outro dia estava editando legendas para o filme ‘Beneath the Planet of the Apes’, que ia ser relançado em Mobile TV format. As legendas todas entravam depois que o personagem começava a falar. Se eu já não tivesse sofrido a traumática experiência shiftf3, talvez começasse a diminuir o tempo de entrada de cada uma das 600 legendas manualmente. Instead, o que eu fiz foi ligar para minha mestra Nathalia:
– Nati, dá pra corrigir o tempo de entrada de todas as legendas de uma só vez no Subtitle Workshop?
– Dá sim, Corti. Vai no Edit / Timings / Set delay.
– Muito obrigado, Nati, you’re a lifesaver!

E esta, meus queridos colegas, é a lição de hoje: aprender a usar os instrumentos a nossa disposição. Isso não só economiza (MUITO) tempo como melhora a qualidade final do trabalho.

PS. Para quem quer otimizar o uso do Word, recomendo o artigo Keyboard Shortcuts for Windows and Word for Translators, de Spiros Doikas, www.translatorscafe.com/cafe/article27.htm
Neste inspirado e acessível artigo, o linguista advoga uma estratégia brilhante, a de esquecer o mouse! Não perca.

NB. Word! (or Word Up!) in slang, means, “right”, “correct” or “Well said!”.